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A fumaça preta ou particulada é o principal fator para análise de emissões nos
motores diesel.
Pela coloração da fumaça podemos saber a sua composição:
Fumaça preta: Normalmente uma fumaça muito escura é sinal de excesso de
combustível (mistura rica).
Fumaça branca: Fumaça usualmente composta de vapor d’agua condensado e
combustível liquido não queimado.
Fumaça azul: Fumaça composta por gotículas resultantes da combustão
incompleta de combustível e/ou óleo lubrificante.
Tipos de opacímetro
Os opacímetros podem ser de fluxo parcial (de amostragem) ou de fluxo total.
Nos opacímetros de fluxo parcial, a medição da fuligem do gás de escapamento
compreende somente uma parte do fluxo total do gás, e é feita através de um
tubo de captação e uma sonda (caso do TM 133).
Nos opacímetros de fluxo total, a fonte de luz/receptor é montada de tal forma
que se obtém uma leitura de todo o fluxo do gás de escapamento.
Unidades de medida
As medições de opacidade são em porcentagem (%) ou pelo coeficiente (K) em
m
-1
.
Instalação e operação
O opacímetro funciona ligado à rede elétrica em 220 V e ao computador através
de uma porta serial ou USB. Sua operação é feita através do software de
inspeção veícular IGOR CS.
Em lugares onde a tensão da rede elétrica é de 110 VAC, é possível usar um
transformador (opcional) que acompanha o equipamento.
Também é possível ligar o opacímetro a uma bateria de 12 ou 24 volts, através
de um inversor de tensão.
Para o ensaio de acordo com o modo oficial (Instrução normativa n°6 de 2010),
deverá ser usado o tacômetro TM 525/5, que também deverá ser ligado ao
computador por uma porta serial ou USB.
Também é possível utilizar o opacímetro no modo de diagnóstico sem a captura
de rotação.
A conexão com o computador poderá ser feita através de cabo serial + conversor
Serial - USB, ou com um radio Bluetooth (opcional), como mostra a figura a
seguir.